Silêncio
E da boca maldita, o sorriso covarde
Palavras não ditas, silenciosas
Abandonadas, ressoam morosas
Ecoam, ecoam ... sem nada temer
Flagelo constante...
Que me faz enlouquecer
Vagam sobre o sorriso covarde
Irremediável frustração
Desencadeando diversas decepções
Prisão irreparável, sem opção
Murmúrio inaudível
Desamparo cruel
anti-herói de minhas ilusões
Margot Carvalho
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